Existem algumas crenças que, para mim, foram bem difíceis de livrar-me delas. Uma foi a existência da sorte e outra a do destino. Crenças são osso duro de roer, elas grudam na gente que nem chicletes.
Quando nascemos nossa futura vida não está predestinada e sim condicionada a predisposições. Parece a mesma coisa, mas não é. Na predestinação a pessoa não tem escapatória, ela necessariamente terá de passar pelo que está predisposto – é o chamado destino.

